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31 Ago 2026 | 13 minutos • Carreira

Anotações da formação Google Project Management - Professional Certificate - Parte 3

Project planning: Putting it all together

Ingrid Machado

Ingrid Machado

Engenheira de computação, especialista em engenharia de software. Autora deste querido blog.

Image de capa do post Anotações da formação Google Project Management - Professional Certificate - Parte 3
Foto de Kelly Sikkema, via Unsplash

Continuação da parte 2 que pode ser acessada aqui.

Project planning: Putting it all together

Benefícios de planejar um projeto:

Fase de lançar um projeto:

Reunião de kick-off:

Marco (milestone): Um ponto importante dentro do cronograma que indica progresso e geralmente significa que algum entregável ou fase do projeto foi concluído.

Tarefa do projeto: uma atividade que precisa ser concluída dentro de um período de tempo estabelecido.

Como definir os marcos:

Defina tarefas para identificar marcos:

Armadilhas no momento de definir marcos:

Estrutura Analítica do Projeto (EAP) - Work Breakdown Structure (WBS):

Componentes de um plano de projeto:

Estimativa de tempo: uma previsão do tempo necessário para completar uma tarefa.

Estimativa de esforço: uma previsão da quantidade e da dificuldade do trabalho ativo necessário para completar a tarefa.

As pessoas do time são as que possuem um entendimento mais realista da quantidade de trabalho necessária para completar uma tarefa e serão capazes de fornecer a melhor estimativa.

Sub-tarefas: tarefas menores que são necessárias para completar uma tarefa maior.

Buffer:

É natural subestimar a quantidade de tempo e esforço necessários para completar uma tarefa.

Falácia de planejamento: descreve a nossa tendência de subestimar a quantidade de tempo necessário para completar uma tarefa bem como os custos e riscos associados com a tarefa, devido ao viés otimista.

Viés otimista: quando uma pessoa acredita que é menos provável que ela experencie um evento negativo.

Capacity: a quantidade de trabalho que uma pessoa ou recurso alocado em um projeto consegue completar em um tempo razoável.

Planejamento de capacity: se refere ao ato de alocar pessoas e recurso às tarefas de um projeto e determinar se há ou não os recursos necessários para completar o trabalho a tempo.

Caminho crítico: a lista de marcos do projeto que devem ser concluídos para atingir o objetivo do projeto dentro do cronograma, bem como as tarefas obrigatórias para contribuir para a conclusão de cada marco.

Float ou slack (folga):

Como criar um caminho crítico:

  1. Capture todas as tarefas
  2. Defina as dependências
  3. Crie um diagrama de rede
  4. Faça as estimativas de tempo
  5. Encontre o caminho crítico

O caminho crítico pode ser calculado de duas formas:

Soft skills: características pessoais que ajudam as pessoas a trabalhar de maneira efetiva com outras pessoas.

Soft skills para estimativas mais assertivas:

Perguntas abertas: perguntas que não podem ser respondidas com “sim” ou “não”.

Empatia: a habilidade de se relacionar com os pensamentos e emoções de outras pessoas.

Gráfico de Gantt: um gráfico de barras horizontal que mapeia o cronograma de um projeto.

Melhores práticas de planejamento de projeto:

Orçamento de projeto: a estimativa de quantos recursos financeiros serão necessários para atingir os objetivos do projeto.

Forecast: uma estimativa de custo sobre um período de tempo.

Componentes principais de um orçamento de projeto:

Tipos de custos:

Orçamento base: uma estimativa dos custos do projeto que você define no início do projeto.

Redefinição da linha de base: se refere a quando você atualiza ou modifica o orçamento base como resultado de qualquer mudança aprovada no cronograma, custo ou entregáveis.

Criando o orçamento de um projeto:

Controle de custo:

Custo total de propriedade (Total Cost Ownership - TCO): considera múltiplos elementos que contribuem para o custo de um item. Leva em consideração as despesas associadas ao produto ou serviço durante o seu tempo de vida, ao invés de considerar somente o custo inicial.

Fluxo de caixa: os fluxos de entrada e saída de dinheiro do projeto.

CAPEX (despesa de capital): são as maiores despesas de uma organização, como imóveis, equipamento e veículos. São geralmente relacionadas com os ativos que a empresa é dona e mantém.

OPEX (despesa operacional): são as despesas de curto prazo relacionadas com as tarefas diárias necessárias para manter a empresa rodando, como salário, aluguel e contas básicas (água, luz, internet).

Reserva de contingência (buffers): fundos adicionados na estimativa de custo do projeto para cobrir os riscos identificados.

Reservas de gestão: usada para cobrir riscos não identificados.

Aquisição (procurement): obter todos os materiais, serviços e suprimentos necessários para completar o projeto.

Fornecedores: indivíduos ou empresas que fornecem bens e serviços essenciais.

Gestão de fornecedores:

Etapas do processo de aquisição:

  1. Iniciar: planejar o que é necessário atingir para se atingir os objetivos do projeto
  2. Selecionar: decidir quais fornecedores usar
  3. Escrever o contrato: desenvolver, revisar e assinar os contratos
  4. Controlar: fazer pagamentos e manter e garantir a qualidade
  5. Completar: medir o sucesso

Documentos comuns de aquisição:

Especialista de domínio (Subject Matter Expert - SME): alguém na organização que tem a experiência e conhecimento necessário que pode ser aplicado no projeto.

Project Management Institute (PMI)

Armadilha ética: um dilema ético que nos faz tomar uma decisão sem considerar os nossos princípios éticos.

Armadilhas éticas comuns:

Como evitar armadilhas éticas:

Testando a sua ética:

Risco: um evento potencial que pode acontecer e impactar o seu projeto.

Problema (Issue): um problema real ou conhecido que pode afetar a capacidade de se concluir uma tarefa.

Gestão de riscos: o processo de identificar e avaliar potenciais riscos e problemas que podem impactar um projeto.

A gestão de riscos fornece um entendimento sobre:

Quando um problema surge, é importante manter a calma, entender a causa raiz do problema e pensar em uma solução.

Ciclo de vida da gestão de riscos:

  1. Identificar o risco
  2. Analisar o risco
  3. Avaliar o risco
  4. Tratar o risco
  5. Monitorar e controlar o risco

Oportunidade: um potencial resultado positivo de um risco. Pode trazer um valor adicional para o projeto.

Ferramentas para identificar riscos:

Diagrama de causa e efeito: um diagrama que mostra as possíveis causas de um evento ou risco. Também conhecido como espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa.

Registro de riscos: uma tabela ou gráfico que contém uma lista de riscos.

Matriz de probabilidade e impacto: uma ferramenta usada para priorizar riscos do projeto.

Impacto: o dano que um risco pode causar, caso ocorra.

Probabilidade: a chance de um risco ocorrer.

Risco inerente: a medida de um risco, calculada a partir da probabilidade e do impacto.

Apetite ao risco: a disposição de uma organização de aceitar os possíveis resultados de um risco.

Como criar um diagrama espinha de peixe:

  1. Defina o problema
  2. Identifique as categorias
  3. Faça um brainstorming das causas
  4. Analise as causas

Tipos de risco comuns:

Riscos externos: riscos causados por fatores externos à empresa, sobre os quais você tem pouco ou nenhum controle.

Ponto único de falha: um risco que tem o potencial de ser catastrófico e paralisar o trabalho dentro do projeto.

Dependência:

Não existe projeto sem risco.

Quatro tipos de mitigação de riscos:

  1. Evitar
  2. Minimizar
  3. Transferir
  4. Aceitar

Aceitação ativa de riscos: geralmente significa reservar recursos extras para resolver os problemas com esse dinheiro.

Aceitação passiva de riscos: a abordagem em que nada é feito.

Tipos de dependência:

Árvore de decisão: um fluxograma que ajuda a visualizar em maior nível o impacto de uma decisão no restante do projeto.

Plano de gestão de riscos: um documento vivo que contém informações sobre riscos de alto nível e sobre os planos de mitigação desses riscos.

Se você não falar para os seus stakeholders sobre riscos importantes, eles podem ficar despreparados para te ajudar caso um problema surja.

Comunique antecipada e frequentemente aos stakeholders sobre riscos de médio e alto nível.

Comunicando riscos para os stakeholders:

Comunicação: o fluxo de informação, que inclui o que é compartilhado, como é compartilhado e com quem é compartilhado.

A comunicação efetiva é:

Tipos de comunicação:

Dicas para comunicações efetivas:

Plano de comunicação: organiza e documenta os processos, tipos e expectativas de comunicação para o projeto.

Planejando as comunicações com antecedência:

Pesquisa para otimizar a comunicação para todos no time:

Documentar e organizar planos permite ter visibilidade e responsabilidade.

Gestão de conhecimento: uma forma de garantir que os dados do projeto podem ser acessados no futuro por quem necessite para tomar decisões informadas ou para planejar projetos similares.

Determine quando e com quem cada tipo de informação deve ser compartilhada.

Critérios para avaliar a necessidade de ser informado: avaliar os fatos que devem ser ditos para alguém, bem como o momento de informar, sem passar mais do que o necessário.

Informações Pessoais Identificáveis (Personally Identifiable Information - PII): informações que podem ser usadas para identificar, contatar ou localizar um indivíduo. Exemplos:

Organizando a documentação do projeto:


Essas foram as anotações do terceiro curso da formação, que fala sobre o planejamento de projetos.

Até a próxima!

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